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Beyond: Two Souls – um filme interativo

A lembrança é fresca: eu, sentado na sala de minha casa, assistindo TV e imaginando “caramba, como seria MASSA se existisse um filme que a gente pudesse ir controlando os atores durante as cenas”.
Na mesma hora olhei para meu Atari® e pensei que talvez fosse isso que o videogame fazia, mas não era.

É essa ânsia que a Quantic Dream busca preencher com seus trabalhos, e Beyond: Two Souls não desaponta.

- O que é?

Pra você que não acompanha o blog e não viu esse post AQUI, Beyond: Two Souls é o mais recente trabalho da Quantic Dreams, é um título lançado para o PlayStation 3 em outubro do presente ano; e uma das melhores experiências interativas que você terá, ou não.

Evitei e usar as palavras “game” ou “jogo” justamente por que é aí que residem as divisões acerca de Beyond: Two Souls.

- Beyond: Ame-o ou deixe-o

Basta uma rápida olhada no Metacritic para perceber que Beyond consegue obter críticas de nota máxima, sob louvores de “Obra-prima”, como despertar avaliações com notas ínfimas, abarcando comentários como “incrivelmente chato”.

Até mesmo grandes portais norte-americanos não chegam a um consenso quanto ao jogo, o IGN deu nota 6,0 e o classificou como “Ok”, já o GameSpot deu nota 9,0 e o intitulou de “Soberbo”.

Mas afinal, o que diabos causa esse partidarismo?

Que nota será que eu mereço?

- Beyond NÃO é um jogo

Wait…WHAT?

É isso mesmo. Beyond: Two Souls é qualquer coisa, menos um jogo de videogame, ou não é apenas um jogo de videogame.
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